E, também, porque o caminho que fazemos se torna tantas vezes mais e mais significativo do que o destino ou objectivo a que nos propusemos de inicio, vou contar-te como cheguei até aqui. Por isso guardei todas as palavras que aqui te ofereço. Acredito que elas te ajudaram a chegar mais longe.
A carta continua no mesmo tom magoado inicial, o único que me era possível ter naquela época.
Tambem é bom não esquecer que faz quatro meses que quase me fizeste o mesmo anuncio, por mesnsagem...
Esse facto nao representaria qualquer perigo, se me amasses. Recordo-te ainda nesse mesmo dia...12 de Agosto...fez 2 anos que nos tinhamos conhecido.
Somos os dois tao carentes, tu e eu, que não conhecemos outra forma de atravessar a vida sem procurar desesperadamente tábuas de salvação afectivas.
As mais evidentes são as pessoas com quem nos relacionamos de forma amorosa. Depois, vêm os amigos. E por fim as nossas familias, que tanto trabalho nos deram, durante a infÂncia e adolescencia, e que de certa forma, criaram e alimentaram as fraquezas que escondemos do mundo, mas não de nós proprios,e por consequencia, um do outro.
É dificil decidir-me por qual começar.Todas as família escondem tragédias, guardam segredos e revelam idiossincrasias.
...As únicas família felizes são as que se conhecem mal...
Ambos sabemos muito bem quanta sabedoria está contida em afirmação. Várias vezes aludiste á falta de intimidade que tens com a tua família, sempre com o cuidado de nunca a confundires com ausencia de afecto ou proximidade.
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Just Because I´m loosing, it dosen´t mean that it´s lost...