domingo, 28 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
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E, também, porque o caminho que fazemos se torna tantas vezes mais e mais significativo do que o destino ou objectivo a que nos propusemos de inicio, vou contar-te como cheguei até aqui. Por isso guardei todas as palavras que aqui te ofereço. Acredito que elas te ajudaram a chegar mais longe.
A carta continua no mesmo tom magoado inicial, o único que me era possível ter naquela época.
Tambem é bom não esquecer que faz quatro meses que quase me fizeste o mesmo anuncio, por mesnsagem...
Esse facto nao representaria qualquer perigo, se me amasses. Recordo-te ainda nesse mesmo dia...12 de Agosto...fez 2 anos que nos tinhamos conhecido.
Somos os dois tao carentes, tu e eu, que não conhecemos outra forma de atravessar a vida sem procurar desesperadamente tábuas de salvação afectivas.
As mais evidentes são as pessoas com quem nos relacionamos de forma amorosa. Depois, vêm os amigos. E por fim as nossas familias, que tanto trabalho nos deram, durante a infÂncia e adolescencia, e que de certa forma, criaram e alimentaram as fraquezas que escondemos do mundo, mas não de nós proprios,e por consequencia, um do outro.
É dificil decidir-me por qual começar.Todas as família escondem tragédias, guardam segredos e revelam idiossincrasias.
...As únicas família felizes são as que se conhecem mal...
Ambos sabemos muito bem quanta sabedoria está contida em afirmação. Várias vezes aludiste á falta de intimidade que tens com a tua família, sempre com o cuidado de nunca a confundires com ausencia de afecto ou proximidade.
A carta continua no mesmo tom magoado inicial, o único que me era possível ter naquela época.
Tambem é bom não esquecer que faz quatro meses que quase me fizeste o mesmo anuncio, por mesnsagem...
Esse facto nao representaria qualquer perigo, se me amasses. Recordo-te ainda nesse mesmo dia...12 de Agosto...fez 2 anos que nos tinhamos conhecido.
Somos os dois tao carentes, tu e eu, que não conhecemos outra forma de atravessar a vida sem procurar desesperadamente tábuas de salvação afectivas.
As mais evidentes são as pessoas com quem nos relacionamos de forma amorosa. Depois, vêm os amigos. E por fim as nossas familias, que tanto trabalho nos deram, durante a infÂncia e adolescencia, e que de certa forma, criaram e alimentaram as fraquezas que escondemos do mundo, mas não de nós proprios,e por consequencia, um do outro.
É dificil decidir-me por qual começar.Todas as família escondem tragédias, guardam segredos e revelam idiossincrasias.
...As únicas família felizes são as que se conhecem mal...
Ambos sabemos muito bem quanta sabedoria está contida em afirmação. Várias vezes aludiste á falta de intimidade que tens com a tua família, sempre com o cuidado de nunca a confundires com ausencia de afecto ou proximidade.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O Dia em que te esqueci...
"O medo é a unica prisão, e a única verdadeira liberdade consiste em viver livre do medo"
O que vou escrever...sim porque tenho escrito tudo em papel... ja foi um ajuste de contas, uma confissão, um grito de revolta, um lamento de tristeza. Quando comecei a escrever queria esquecer-te à viva força, como quem arranca as costras de uma ferida que ainda não sarou. O Resultado foi semelhante, fiquei com a alma em carne viva.Pode existir maior cliché? Não, mas só quem nunca sofreu um grande desgosto de amor é que não sabe do que aqui falo...
Eram assim as primeiras linhas...
Escrevo para te dizer que me vou casar. Talvez esta informação se revele fútil ou até desnecessária aos olhos do mundo, sobretudo o facto de falar acerca do meu futuro quando a vida nos afastou tanto. Pode parecer ridiculo que ainda me de ao trabalho de pensar que tal noticia te poderia interessar. Tal como me interessa comunicar-te a minha realidade por seres ainda, e apesar de tudo o que já nos desuniu, importante para mim.
Tudo isto foi há tanto tempo. Num tempo em que acreditei que te podia esquecer se me obrigasse a amar outro homem. Não sabia como te limpar do meu sistema sanguíneo e por isso mesmo inventava realidades forçadas que transcrevia em paragrafos empolados de orgulho ferido, com o intuito de te exorciatar.
Estes parágrafos nunca te foram enviados. Viveram refens na gaveta até ao momento certo. E o momento certo é agora, porque já não preciso de inventar nada. O tempo e a vida, com toda a sua grandeza e generosidade, encarregara-se de me reorganizar as peças de um complexo puzzle, e o mesmo que tempos nunca teria a força, nem a coragem de terminar.
Agora estou em paz, e talvez por isso mesmo tenha decidido esvrever-te. Já não quero ajustar contas, nada do que sinto passa por ti, apenas a minha vontade de partilhar contigo o que vivemos, juntos e separados...
O que vou escrever...sim porque tenho escrito tudo em papel... ja foi um ajuste de contas, uma confissão, um grito de revolta, um lamento de tristeza. Quando comecei a escrever queria esquecer-te à viva força, como quem arranca as costras de uma ferida que ainda não sarou. O Resultado foi semelhante, fiquei com a alma em carne viva.Pode existir maior cliché? Não, mas só quem nunca sofreu um grande desgosto de amor é que não sabe do que aqui falo...
Eram assim as primeiras linhas...
Escrevo para te dizer que me vou casar. Talvez esta informação se revele fútil ou até desnecessária aos olhos do mundo, sobretudo o facto de falar acerca do meu futuro quando a vida nos afastou tanto. Pode parecer ridiculo que ainda me de ao trabalho de pensar que tal noticia te poderia interessar. Tal como me interessa comunicar-te a minha realidade por seres ainda, e apesar de tudo o que já nos desuniu, importante para mim.
Tudo isto foi há tanto tempo. Num tempo em que acreditei que te podia esquecer se me obrigasse a amar outro homem. Não sabia como te limpar do meu sistema sanguíneo e por isso mesmo inventava realidades forçadas que transcrevia em paragrafos empolados de orgulho ferido, com o intuito de te exorciatar.
Estes parágrafos nunca te foram enviados. Viveram refens na gaveta até ao momento certo. E o momento certo é agora, porque já não preciso de inventar nada. O tempo e a vida, com toda a sua grandeza e generosidade, encarregara-se de me reorganizar as peças de um complexo puzzle, e o mesmo que tempos nunca teria a força, nem a coragem de terminar.
Agora estou em paz, e talvez por isso mesmo tenha decidido esvrever-te. Já não quero ajustar contas, nada do que sinto passa por ti, apenas a minha vontade de partilhar contigo o que vivemos, juntos e separados...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
...para pensar...
Nunca te esqueças que existem quatro coisas na vida que não se recuperam : A pedra - depois de atirada A palavra - depois de proferida A ocasião - depois de perdida: e o tempo - depois de passado
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